Uma megaoperação inédita no país, chamada **Operação Carbono Oculto**, foi deflagrada nesta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, com o objetivo de desmantelar um esquema bilionário de crime organizado que envolvia a **Avenida Faria Lima**, o principal centro financeiro de São Paulo, e o setor de combustíveis em vários estados brasileiros. Essa é considerada a maior operação já realizada no combate à infiltração do crime organizado na economia formal do Brasil[1][2][4].

Ao todo, cerca de **1.400 agentes** das Polícias Federal e Militar, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e das Receitas Estadual e Federal cumpriram **200 mandados de busca e apreensão** contra **350 alvos** espalhados por ao menos 10 estados, incluindo São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Desses alvos, **42 estão localizados na Avenida Faria Lima**, em empresas, corretoras, fintechs, fundos de investimento e outros pontos estratégicos do mercado financeiro[1][2][4][5].

A investigação aponta para uma série de crimes cometidos, entre eles: adulteração de combustíveis, crimes ambientais, lavagem de dinheiro – inclusive proveniente do tráfico de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC) –, fraude fiscal e estelionato. Estima-se que o grupo tenha movimentado cerca de **R$ 52 bilhões**, com sonegação fiscal estimada em mais de **R$ 1,4 bilhão** em tributos federais e bloqueios de ativos que podem ultrapassar **R$ 7,6 bilhões** em tributos estaduais[1][4][5].

Entre as principais empresas e instituições financeiras atingidas pela operação estão o **Grupo Aster/Copape** (usinas, distribuidoras e postos de combustível), **BK Bank** (fintech responsável por movimentar recursos não rastreáveis que somam R$ 17,7 bilhões), e o fundo de investimentos **Reag**, usado para a compra de empresas e blindagem patrimonial dos investigados, apontados como integrantes do PCC infiltrados no setor financeiro e de combustível[4][5].

Além das buscas e apreensões, foram cumpridos **14 mandados de prisão preventiva**, com seis prisões até o momento, incluindo suspeitos ligados diretamente aos comandos do esquema. Entre os não localizados estão os principais líderes investigados, como Mohamad Hussein Mourad e Roberto Augusto Leme da Silva[4].

Essa operação representa um marco na luta contra o crime organizado, pois evidencia a profunda penetração de grupos criminosos em setores fundamentais da economia formal do país, utilizando-se da estrutura financeira sofisticada da Faria Lima para lavar dinheiro e controlar diversas fases do setor de combustíveis, desde a produção até a distribuição e varejo[1][5].

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