O BRICS, bloco que reúne as principais economias emergentes do mundo, está em plena transformação e expansão, consolidando-se como um dos fóruns mais importantes para a cooperação internacional e a busca por maior equilíbrio na governança global. Fundado inicialmente em 2006 com quatro países – Brasil, Rússia, Índia e China –, e com a entrada da África do Sul em 2011, o BRICS ampliou seu escopo e membros ao longo do tempo, especialmente a partir de uma decisão histórica tomada em 2023 na Cúpula de Joanesburgo.

Atualmente, o BRICS conta com **11 países membros**: além dos cinco originais, foram incorporados recentemente Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com a Arábia Saudita ainda pendente de formalizar seu ingresso[1][3][6]. Essa expansão reflete o desejo do grupo de fortalecer a cooperação entre países do Sul Global, promovendo uma agenda voltada para o desenvolvimento sustentável, a reforma da governança global e uma ordem internacional mais representativa e inclusiva.

Além dos países membros, o BRICS instituiu em 2024 a categoria de **país parceiro**, com nove nações na condição atual, incluindo Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão, e recentemente o Vietnã, que se destacou por sua economia dinâmica e compromisso com a cooperação internacional[1][2][4]. Os países parceiros participam de reuniões temáticas e cúpulas, estreitando ainda mais os laços regionais e econômicos dentro do bloco.

O Brasil assumiu a presidência rotativa do BRICS em 2025, tendo como foco principal a reforma da governança global e o fortalecimento da cooperação entre os países do Sul Global. A presidência brasileira é vista como estratégica, dada a importância geoestratégica do Brasil e seu papel na articulação política e diplomática do grupo[3][4]. A cúpula anual do BRICS está prevista para julho de 2025, a ser realizada no Rio de Janeiro, e será um momento decisivo para consolidar as pautas do bloco, incluindo a ampliação da cooperação econômica, comercial e tecnológica entre seus membros.

Ao longo dos anos, o BRICS também tem avançado em projetos concretos, como a criação do Banco de Desenvolvimento do Novo BRICS, com capital inicial de US$ 100 bilhões, que visa financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento nos países membros, fortalecendo a integração econômica e a capacidade de investimento do grupo[5].

A dinâmica recente do BRICS mostra um bloco mais robusto e plural, que busca adaptar-se a um cenário global em transformação, com ênfase na multipolaridade e na justiça econômica. Com essa base, o grupo reafirma seu papel como protagonista na política internacional e na cooperação Sul-Sul.

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