A Anvisa suspende venda de azeite extravirgem e outros alimentos após detectar irregularidades sanitárias
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta segunda-feira (7), a **suspensão da comercialização de um azeite extravirgem de origem desconhecida**, além do recolhimento de outros produtos alimentícios, como polpa de morango, champignon em conserva e molho de alho. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e tem como base laudos laboratoriais que apontaram irregularidades graves nas análises dos produtos[1][3][4].
### Azeite Vale dos Vinhedos: origem duvidosa e riscos à saúde
O destaque da fiscalização é o azeite extravirgem da marca **Vale dos Vinhedos**, cuja comercialização foi proibida em todo o território nacional. A Anvisa identificou que o produto não cumpria os padrões estabelecidos pela legislação vigente, apresentava falhas na rotulagem e, principalmente, sua origem não pôde ser comprovada, o que levanta suspeitas sobre sua qualidade e segurança para o consumidor. A empresa responsável, Intralogística Distribuidora Concept Ltda, teve seu CNPJ suspenso devido a inconsistências nos registros junto à Receita Federal, reforçando os indícios de irregularidade[1][3][4].
### Outros produtos recolhidos e motivos
Além do azeite, a Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão imediata da comercialização dos seguintes alimentos:
– **Polpa de morango (marca De Marchi), lote 09437-181, validade até 01/11/2026**: presença de materiais estranhos detectados pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC)[1][3][5].
– **Champignon inteiro em conserva (marca Imperador), lote 241023CHI, validade 10/2026**: quantidade de dióxido de enxofre acima do limite permitido, conforme Laudo do Lacen-DF[3][5].
– **Molho de alho (marca Qualitá), lote 29, validade 01/2026**: também com níveis elevados de dióxido de enxofre, substância cuja concentração excessiva pode causar riscos à saúde[3][5].
A presença de substâncias que ultrapassam os limites legais e a detecção de matérias estranhas comprometem a segurança dos alimentos, justificando a proibição do comércio desses produtos[1][3][5].
### Contexto da fiscalização
Essa ação faz parte de uma série de medidas da Anvisa ao longo de 2025 contra produtos alimentícios irregulares, especialmente azeites, com vigilância reforçada para garantir a saúde do consumidor. Desde o começo do ano, já foram proibidas a venda de cerca de 20 marcas de azeite no país por razões semelhantes, incluindo falsificação, origem clandestina e problemas na rotulagem[1][2]. A Anvisa orienta os consumidores a não comprarem ou consumirem os produtos envolvidos e recomenda que os comerciantes façam o recolhimento imediato e comuniquem as vigilâncias sanitárias.
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