A guerra entre Rússia e Ucrânia voltou a registrar uma escalada dramática nos últimos dias, com o maior bombardeio aéreo já registrado desde o início do conflito. Na madrugada de 4 de julho de 2025, a Rússia lançou um ataque maciço com 322 drones contra várias regiões da Ucrânia, incluindo a capital Kiev, marcada por intensa fumaça após um míssil atingir áreas urbanas. Segundo as Forças Armadas ucranianas, 157 drones foram abatidos, mas 135 conseguiram causar danos significativos[1][3].

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou a ofensiva russa como um dos ataques mais violentos até então, ressaltando que Moscou não cessará suas ações sem uma pressão internacional ampla e contínua. Zelensky também afirmou que a Rússia demonstra com essas ações que não pretende pôr fim ao conflito, apesar das negociações congeladas entre as partes envolvidas. A falta de avanços foi apontada como um fator que alimenta a continuidade dos bombardeios e dos ataques com drones, estratégia que ambos os lados vêm intensificando, inclusive com incursões ucranianas no território russo[1][5].

Este aumento na violência ocorre em um contexto de preocupações internacionais, especialmente após os Estados Unidos terem anunciado a suspensão parcial do envio de armamentos à Ucrânia, um apoio fundamental para a defesa do país. Além disso, ataques recentes, como o que atingiu um prédio residencial na Rússia e causou a morte de uma civis, têm ampliado o debate sobre os custos humanos do conflito[1].

O ministro ucraniano das Relações Exteriores, Andrii Sibiga, reforçou que o presidente Vladimir Putin ignora os apelos internacionais para o fim da guerra, incluindo os pedidos Diretos do então presidente dos EUA Donald Trump, evidenciando uma postura firme e desafiadora por parte do Kremlin[1].

Enquanto isso, a comunidade internacional acompanha com apreensão a distância cada vez maior para um cessar-fogo, diante da intensificação dos ataques russos e da resposta ucraniana, que também tem aumentado sua ofensiva com drones em território russo. Analistas apontam que a continuidade do conflito pode gerar ainda mais instabilidade geopolítica na região e maiores sofrimentos para as populações civis dos dois países[5].

Com o cenário atual, a guerra Rússia e Ucrânia permanece como uma das maiores crises humanitárias e políticas do século XXI, exigindo atenção global e esforços diplomáticos intensos para evitar uma escalada ainda mais perigosa.

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